sexta-feira, 18 de maio de 2012

Matriz para o teste


Conteúdos:
1. A definição tradicional de conhecimento: A crença tripartida
2. O conhecimento "a priori" e "a posteriori".
3. Ciência e senso-comum.
4.Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses
4.a. O problema da demarcação: o critério de verificabilidade e falsificabilidade
5. O método científico: Método indutivo e Hipotético-dedutivo.
5.a O problema da indução.
5.b. A resposta de Popper: o falsificacionismo. Conjecturas e refutações.
5.d. As objecções ao falsificacionismo.
6. A racionalidade científica. a questão da objectividade.
6.b. Os paradigmas segundo Kuhn.
6.c. Os elementos dos Paradigmas.
6.d. Ciência normal.
6.e A incomensurabilidade dos Paradigmas.

Competências:
- Esclarecer os problemas: sobre a definição de conhecimento; sobre a indução; sobre o critério de demarcação.
- Compreender as teorias
- Saber formular os problemas.
- Relacionar teorias.
-Formular correctamente os argumentos.

Thomas Kuhn e a racionalidade científica.

Autoria: Jorge Barbosa. RETIRADO DAQUI

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como nascem os paradigmas



Poderemos pensar: " Não somos macacos" mas a verdade é que muitos procedimentos são mesmo assim, aceitamos porque nos acomodamos à solução que nos dão, para não criar conflitos. De algum modo, se aceitarmos este procedimento nas ciências, não poderíamos explicar a mudança.E, sem dúvida, as concepções de mundo, mudam mesmo com o tempo.

terça-feira, 1 de maio de 2012

TRABALHOS DE GRUPO 11ºANO


Paul Klee
TEMAS: 11ºF


1. A Inteligência Artificial. Será possível a reconstrução do cérebro humano?
Textos de referência: Manual ;pag 221 a 229 J. Brée, Luis marques


2. Pensar a ciência: O que são as teorias científicas. Karl Popper
Textos de referência Manual :185 a 202 Beatriz Ventura Ana Raquel


3. Pensar a ciência: O que é e como evolui a ciência? Thomas Kuhn.
Textos de referência: Manual :pag 205 a 219 Gonçalo e Leonardo,Álvaro


4. Tecnologias reprodutivas e família tradicional.Como entender a família hoje? Natureza ou cultura?
Textos de referência Manual Criticamente 11ºAno  pag 266 a 285 Nuno e Camélia



5.  O Sentido da existência: Duas teorias sobre  o sentido da vida.
Textos de referência: Manual Luis Rodrigues pag 298 a 308  Bruno e Paulo



6. As descobertas científicas: De que forma contribuem para a noção de Homem/Mundo. O problema da Clonagem.
Textos de referência: Manual pag 243 a 257 Maria Marques e Francisco

ENTREGA DO TRABALHO ESCRITO: 25 DE MAIO

ORAL
TEMA1 e 2 - 25 maio
TEMA 3 e 4 - 28 de maio
TEMA 5 e 6 - 1 de Junho





TEMAS 11ºG


1. A Inteligência Artificial. Será possível a reconstrução do cérebro humano?
Textos de referência: Manual ;pag 221 a 229 Edson, Pedro e David




2. Industrialização e impacto ambiental. O impacto tecnológico na natureza.
Textos de referência: Manual pag 231 a 242 João Dias, Pedro Moreira, Catarina Andrade




3. Tecnologias reprodutivas e família tradicional.Como entender a família hoje? Natureza ou cultura?

Textos de referência Manual Criticamente 11ºAno  pag 266 a 285 Nelma, Jessica


4. As descobertas científicas: Os riscos e limites da Ciência.O problema da Clonagem.Manual pag 243 a 257 Cátia, Marta e Sofia
 
5. A Ciência substitui a religião? Novos fundamentalismos.
Textos de referência: Zizec A Violência pags         Rodrigo, Silvestre e Carlos Lopes 


6. Pensar a ciência. O que são as teorias científicas e como evoluem? Thomas Kunh e Karl Popper
Textos de referência: Manual :pag 181 a 214 Roberto, Helena e Mariana
7. O Sentido da existência. Duas teorias sobre o sentido da vida.
Textos de referência: Manual Luis Rodrigues pag 298 a 308  Mafalda Carolina e Miguel

ENTREGA DO TRABALHO ESCRITO: 24 DE MAIO

ORAL
TEMA1 e 2 - 24 maio
TEMA 3 e 4 - 29 de maio
TEMA 5 e 6 - 31 de Maio
TEMA7 - 5 de Junho

2. OBJECTIVOS GERAIS

Saber ler e resumir as ideias principais dos textos apresentados.

Problematizar filosoficamente os temas.

Apresentar com clareza as teses e os argumentos propostos.

Colocar objecções possíveis às teses propostas.

Apresentar uma conclusão fundamentada e, se possível, original.

Realizar uma investigação com recurso a vários suportes


3. AVALIAÇÂO
ESCRITA:

1. Rigor, clareza e interesse filosófico do conteúdo do trabalho apresentado.

2. Escrita correcta.

3.Estrutura necessária: Índice, Introdução, Desenvolvimento estruturado por temas/problemas, conclusão

ORAL:


4. Apresentação oral cuidada e com recurso a diapositivos informativos.

5. Apresentação oral com exposição capaz de gerar diálogo.
6. Oral sem leitura, clareza das ideias e da linguagem, profundidade dos conhecimentos adquiridos e capacidade de gerar comunicação.


Estrutura escrita: 6 PÁGINAS letra 11, espaçamento 1,5
Oral: 20m de exposição com dispositivos de informação visual




quinta-feira, 12 de abril de 2012

A relação entre duas teorias sobre o conhecimento

A Possibilidade do Conhecimento

Será o conhecimento certo ou não? Será que podemos ter a certeza absoluta de algo? De facto o ser humano tem fome de certeza em muitas das situações do dia a dia. Certeza do passado, do presente e até do futuro. René Descartes e David Hume dividiram-se ao tentar dar uma resposta para esta questão.

Descartes, tomou a posição de que o conhecimento é uma certeza indubitável.

Tal decorre do enquadramento histórico, do fim do século XVI e início do século XVII marcado pelo Renascimento, baseado na valorização do papel do Homem no Mundo, que desenvolve a paixão pela descoberta, visto dar conta que existem várias ideias para além das que vinha aceitando como certas. Decorre também de uma das suas maiores paixões: a matemática. Para ele, a probabilidade epistemológica é uma probabilidade irrefutável tal como é a probabilidade matemática de “atirar dois dados e sair um duplo 6 ser de uma para 36” tal como explicou Bertrand Russel (1872-1970).

Para atingir o conhecimento, Descartes desenvolveu o seu próprio método baseado sobretudo na dúvida, base do cepticismo.

No entanto, vemos que a dúvida em Descartes, é metódica, ou seja, é um caminho, e coloca-se sempre no início de um processo epistemológico de reflexão e nunca num fim. No Discurso, afirma que para se chegar ao conhecimento é necessário que se negue “como absolutamente falso” tudo aquilo em possamos imaginar a menor dúvida desde a existência de um mundo ou de dois mais três serem cinco. A partir daí, ou seja, começando pelos pensamentos mais simples e mais fáceis de conhecer, deve-se ascender a pouco e pouco, até aos pensamentos mais complexos, numa ordem de dificuldade crescente.

É através deste método que Descartes chega às suas três conclusões mais importantes: a existência do ser humano (através da famosa frase “Penso, logo existo”), a existência de Deus (desenvolvida em três provas) e o conhecimento do mundo.

Descartes, dá também grande importância à dimensão metafísica do Homem, que no seu entender sustenta toda a ciência. A razão não opera com base nos sentidos, que na opinião do filósofo francês, apenas conduzem a erros e confusões permanentes mas em operações fundamentais do espírito que conduzem à verdade e à certeza. São elas, a intuição e a dedução:

Segundo Descartes, a intuição é então o acto puro e mecanizado no Homem através do qual o Homem aprende noções imediatas das quais não tem a mínima dúvida.

Já a dedução é o encadeamento das intuições que o Homem relaciona e assim consegue chegar a novas relações e a novas conclusões, devido ao que já conhecia de trás.

Diz Descartes, Nas Meditações Sobre a Primeira Filosofia, que a filosofia e a procura do conhecimento se devem basear no exame exaustivo de todos os elementos existentes, com o objectivo de se conseguirem atingir dados claros e objectivos chegando-se então ao saber absoluto.

Se tal for feito de acordo com os princípios lógicos, o conhecimento verdadeiro e universal é possível sem qualquer sombra de dúvida!

Já David Hume foi bastante crítico em relação a Descartes nesta questão e avançou com a sua própria tese sobre o assunto. Diz Bertrand Russel sobre o escocês:

"O que preocupa Hume é o conhecimento incerto, tal como o que é obtido de dados empíricos por inferências que não são demonstrativas. Isso inclui todo o nosso conhecimento a respeito do futuro, e a respeito de partes não observadas do passado e do presente. De facto, inclui tudo excepto, por um lado, observação directa, e, por outro, a lógica e a matemática."

Em primeiro lugar, David Hume separa conhecimento de relação de ideias e conhecimento de factos ou probabilidade. Se no conhecimento as “relações de ideias são dependentes das próprias ideias”, na probabilidade existem três relações: a identidade, as situações no tempo e lugar e a causalidade.

Assim, enquanto a negação do conhecimento de relação de ideias implica contradição, na probabilidade (conhecimento dos factos), a negação é igualmente uma probabilidade. Desse modo, as descobertas filosóficas devem ser caracterizadas pelo probabilismo, pois o Homem tem várias limitações temporais e perceptivas. Ou seja, todas as explicações devem ser vistas como tentativas destinadas a serem substituídas por outras, o que dá espaço à opinião e à controvérsia.

David Hume rejeita “todo o tipo de ilusões metafísicas”, toda a crença em milagres. Segundo ele, os milagres violam as leis da Natureza, que se baseiam na experiência.

No entanto, Hume, não é um céptico radical que negue totalmente a capacidade do sujeito para conhecer algo, o que acaba por ser uma contradição, pois ao afirmar a impossibilidade de alcançar o conhecimento, já está a concluir algo – conhecer que o conhecimento não é possível.

Hume nega a existência de princípios evidentes inatos em nós. Para ele, todo o conhecimento é como que uma cópia de algo, cujo objecto já tivemos acesso de alguma maneira.

Hume põe ainda o problema da causalidade em cima da mesa. Ele refuta o princípio da causalidade segundo o qual todas as acções têm uma relação causa efeito, submetendo-o a uma análise critica bastante rigorosa, baseando-se na sua teoria de conhecimento segundo a qual sem impressão sensível não há conhecimento, visto todas as ideias derivarem das sensações, à qual deve corresponder uma impressão.

A partir daí, ele negou que possamos fazer qualquer ideia de causalidade pois ela é apenas resultado do nosso hábito mental, visto que na Natureza nada nos mostra que sempre que acontece alguma coisa, tem que acontecer outra.

Só temos essa ideia porque nos habituamos a ver a sucessão de fenómenos um por um, o que nos induziu em erro.

Por exemplo, quando está vento e uma árvore abana dizemos que esta é uma relação causa efeito, quando nada nos prova que assim é. Apenas o dizemos porque nos habituamos a ver os dois fenómenos ocorrer muitas vezes simultaneamente. A experiência até nos pode dizer que o vento pôs os galhos da árvore em movimento, mas ela nunca nos diz nada sobre acontecimentos futuros, com os quais ainda não tivemos qualquer contacto: única fonte de conhecimento valida. Isto porque a inferência causais estão sempre sujeitas ao erro perante novos objectos, novos sujeitos e novas situações, que podem mudar as ideias que temos em nós. Desse modo, vemos que para Hume, o conhecimento só pode corresponder a acções passadas, ou quando muito actuais e nunca futuras. Para ele, “cada caso, é um caso” e nada nos diz o que vai acontecer amanhã.

Esta questão é de grande importância para David Hume, porque o racionalismo de Descartes apoia-se sobretudo nas relações causa efeito.

Provando que não existem relações na Natureza e apenas fenómenos desligados uns dos outros, Hume rejeita, o inatismo cartesiano, introduzindo um dado novo nas teses empiristas afirmando que a identidade entre a ordem das coisas e das ideias é fruto dos nossos hábitos mentais ou na crença que existe uma ligação necessária entre os fenómenos.

A partir daí, Hume nega as três verdades de René Descartes (o ser, Deus e o mundo).

Em relação ao “eu”, que Descartes provara através da intuição, Hume não acredita que o pensamento intuitivo seja um caminho seguro para a verdade, devido à impossibilidade do Homem poder enumerar causas.

Todos nós mudados em muitos aspectos à medida que os anos passam, sem que nós próprios mudemos em si mesmo. No entanto, Hume nega a distinção entre os vários aspectos de uma pessoa e o sujeito que transporta essas mesmas características. Ou seja, para o escocês, quando fazemos uma introspecção, notamos um conjunto de percepções, sentimentos, memorias e pensamento, mas nunca nos apercebemos de algo a que possamos chamar de “eu”. Ou seja, o ser humano não passa de um conjunto de “percepções transitórias” que a nada pertencem e de um composto de elementos relacionados em permanente mudança.

Depois, relativamente à questão da existência de Deus, que Descartes provara baseando-se em que tudo tem uma causa, e a primeira dessas causas era Deus,

Hume diz ser impossível conhecer Deus pois a provas cartesianas estão fundadas na existência de ideias inatas, originárias da razão, nas quais não acredita. Ou seja, para ele o Homem não pode conhecer algo do qual não tem uma única percepção.

Por fim, Hume nega igualmente a existência do mundo exterior que para ele não passa de uma crença. E é uma crença que não podemos eliminar, mas que também não podemos provar por qualquer tipo de argumento, seja ele dedutivo ou indutivo.

David Hume também refuta a ideia de um conhecimento universal, claro e distinto. Visto que dentro das limitações o nosso conhecimento é sempre incompleto, a realidade reduz-se aos fenómenos aos quais os nossos sentidos têm acesso, sendo que cada um pode ter sensações diferentes nessa experiência, abrindo-se espaço à subjectividade.

A partir do texto, responda às seguintes questões:

1. Qual o papel da dúvida na Filosofia Cartesiana?

2. Quais são as operações da razão através da qual é possível a verdade?
3. Porque é que Hume não é um céptico radical?
4. O que se entende por problema da causalidade?

5. Qual a diferença para Hume entre: "conhecimento de relação de ideias" e "conhecimento de factos"?

terça-feira, 6 de março de 2012

Matriz da prova de avaliação 11ºAno

Estrutura: I
6x5=30 Pontos
II
6x5= 30 Pontos
III
4x35= 140 Pontos

Conteúdos
I
1. O que é o conhecimento?
a. Quais os tipos de conhecimento?
b. Como se justifica a teoria da Crença Verdadeira e Justificada.
c. Em que consiste a teoria da Crença Verdadeira e Justificada.
d. Objecções a esta teoria.
II
1. Os problemas do conhecimento: O cepticismo e os argumentos cépticos.
2. Duas teoria interpretativas do conhecimento:
2. a. A Teoria racionalista de Descartes.
-A dúvida metódica.
-As etapas da dúvida
-A ideia do cogito como crença auto-justificada
-As ideias de Deus corpo e alma
-As provas da existência de Deus.
-Objecções às provas da existência de Deus: A petição de princípio
- A origem do conhecimento:O racionalismo cartesiano

3. O empirismo de David Hume.
- O cepticismo de Hume.
-A origem do conhecimento: a experiência.
-Impressões e ideias
-Conhecimento de relação de ideias e conhecimento de factos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

correcção 11ºF

I -4.Os elementos que estão presentes na Retórica são o Ethos ou carácter do orador, o Pathos, ou estado emocional do auditório e o Logos, qualidade do discurso.

O Ethos é o domínio relativo à avaliação do orador, ao seu carisma, apresentação, carácter e credibilidade , são elementos que podem tornar mais eficaz a persuasão. O domínio do Logos é o domínio do discurso, da qualidade da informação prestada, da sua fundamentação, a força dos argumentos utilizados e o Pathos relaciona-se com a capacidade que o discurso tem de gerar emoções no auditório, das características do auditório depende a eficácia do discurso retórico. As necessidades e expectativas do auditório, a sua forma de reagir ao que é dito são elementos importantes para a sua adesão à mensagem.



 5.Bom uso da retórica implica a subordinação a princípios éticos:
Princípio ético, por excelência, o reconhecimento da autonomia, da capacidade de escolha do auditório.
Esclarecimento da situação, das várias alternativas e dos seus pressupostos e consequências.
 Exige liberdade de expressão do pensamento.
Mau uso da retórica – a argumentação degenera numa forma de ludibriar o auditório, em função dos interesses do orador. Manipulação
Manipulação – uso indevido da argumentação com o intuito de levar os interlocutores a aderir acrítica e involuntariamente às propostas do orador.

II Teste A
1. " Sei que Paris..." é um conhecimento por contacto. Falso
2. "O João sabe..." é uma afirmação que exprime um conhecimento proposicional." Falso
3. "A crença verdadeira é cond. suficiente para o conhecimento.". Falso
4. "Acredito em extra-terrestres, logo, conheço-os." Falso
5. "Todo o conhecimento é uma crença.". Verdadeiro
6. "Sei que a Ponte 25 de Abril..." é uma afirmação que exp. um conhecimento proposicional."Verdadeiro
7. "O conhecimento é factivo..." Verdadeiro
8. "Nem toda a crença verdadeira é conhecimento." Verdadeiro
9. "A teoria tripartida do conhecimento não tem objecções." Falso
10. "Há contra-exemplos que põem em causa a definição tradicional de conhecimento." Verdadeiro

Teste A
Justificação 1
Esta frase exprime uma proposição que pode ser verdadeira ou falsa, implica um conhecimento que é aprendido directa ou indirectamente.
Justificação3
A crença verdadeira não é suficiente para haver conhecimento porque o conhecimento não pode ser ao acaso, tem que ter razões que o fundamentem. Podemos ter uma crença verdadeira por sorte, sem saber.
Justificação 9
Tem objecções nos contra-exemplos de Gettier que demonstram casos de que pode haver CVJ e não haver, mesmo assim, conhecimento.
Teste B
Justificação1

A crença verdadeira não é suficiente para haver conhecimento porque o conhecimento não pode ser ao acaso, tem que ter razões que o fundamentem. Podemos ter uma crença verdadeira por sorte, sem saber.

Justificação 3
Seria contraditório afirmar "Sei que Vasco da Gama é um navegador" e não acreditar no conteúdo da proposição. Saber algo implica necessariamente acreditar que é verdadeiro.
 
Justificação 9
Justificação 1

Esta frase exprime uma proposição que pode ser verdadeira ou falsa, implica um conhecimento que é aprendido directa ou indirectamente.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012