A correcção encontra-se a VERMELHO
1. Nas proposições categóricas afirmativas universais (A), que termo está distribuído?
a. Unicamente o sujeito.
b. Somente o Predicado.
c. O sujeito e o predicado.
d. Nem o sujeito nem o predicado.
2. Num silogismo categórico, o termo médio é:
a. O sujeito da conclusão.
b. O predicado da conclusão.
c. O termo presente nas premissas mas não na conclusão.
3. Nos seguintes silogismos o termo médio está distribuído?
a) Os Angolanos falam português (Não distribuído)
Os Brasileiros falam português (Não distribuído)
Logo, os Brasileiros são Angolanos.
TERMO MÉDIO NÃO DISTRIBUÍDO, Silogismo inválido
b) Algumas acções espontâneas são acções benéficas. (Não Dist)
Todas as acções benéficas são altruístas ( Distribuído)
Logo, Algumas acções espontâneas são altruístas
Termo médio distribuído numa das premissas, e não viola nenhuma outra regra, logo,silogismo válido
4. Qual das seguintes formas lógicas é válida?
a) Todo A é B
Todo B é C
Algum C é A
FORMA VÁLIDA
b) Nenhum A é B
Alguns A são C
Alguns C não são B
FORMA VÁLIDA
c) Nenhum A é B
Todos os B são C
Nenhum C é A
FORMA INVÁLIDA - TERMO C(SUJEITO) ESTÁ DISTRIBUÍDO NA CONCLUSÃO E ÑÃO ESTÀ DISTRIBUÍDO NA PREMISSA.
5. Nos seguintes silogismos há algum termo distribuído na conclusão que não esteja nas premissas?
a) "Alguns homens ricos não trabalham muito
Alguns emigrantes trabalham muito.
Logo, alguns emigrantes não são homens ricos."
O TERMO PREDICADO - HOMENS RICOS- SILOGISMO INVÁLIDO
b) "Todos os lagartos são répteis
Alguns animais são lagartos
Logo, Alguns animais são répteis."
NENHUM TERMO ESTÁ DISTRIBUÍDO NA CONCLUSÃO
6. Se a premissa maior é negativa, a conclusão:
a) Tem de ser negativa.
b) Pode ser negativa
7. Se a premissa menor é negativa:
a) A conclusão pode ser negativa
b) Tem de ser negativa
c) Pode ser afirmativa.
8. Verifique a figura e a validade dos seguintes silogismos:
a) "O sonho não é um sucessão lógica de imagens.
Todos os sonhos são miragens. (não Dist)
Logo, nenhuma miragem é uma sucessão lógica de imagens." (Dist)
INVÁLIDO, O TERMO MENOR (MIRAGENS) ESTÁ DISTRIBUÌDO NA CONCLUSÃO E NÃO ESTÁ DISTRIBUÍDO NA PREMISSA
b) "Os Árabes não têm a mesma origem dos indo-europeus
Os turcos são Árabes
Logo, os Turcos não têm a mesma origem dos indo-europeus."
VÁLIDO
9. Coloque na forma padrão do silogismo categórico, os seguintes argumentos:
A- Estive a ler alguns livros escritos por Heidegger.
- E então?
- Ao fim de poucas páginas adormeci.
- Acontece, andas com um ar cansado.
- Nada disso. O que eu acho é que os livros de Heidegger não são grandes livros. Se fossem, não provocavam sono e a verdade é que provocam.
"Todos os livros que provocam sono são maus livros
Os livros de Heidegger provocam sono
Logo, os livros de Heidegger são maus livros."
B - Agora chama-se famosa à pessoa que é estrela de televisão. Mas eu acho que é errado e simplista, revelador de um baixo nível de exigência
- Para mim, famosos só são alguns grandes cientistas, pensadores e artistas. As estrelas de televisão, não.
"Famosos são os cientistas, pensadores e artistas
Os cientistas, pensadores e artistas não são estrelas de televisão
Logo, as estrelas de televisão não são famosas."
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Prova de avaliação de 27 de maio 2010
COMPETÊNCIAS
1. Saber comentar um texto inserindo-o no contexto mais alargado do pensamento do autor.
2. Saber analisar logicamente um texto identificando o tema, problema, teses, argumentos e conceitos fundamentais.
3. Determinar a validade de um raciocínio.
4. Relacionar as duas perspectivas sobre o conhecimento: O Fundacionismo racionalista Cartesiano e o Empirismo Céptico de Hume.
5. Relacionar Conhecimento vulgar (Senso comum) e conhecimento científico.
6. Compreender a constituição da explicação científica.
7. Explicar a diferença entre o critério de verificabilidade e o critério de falsificabilidade.
8. Saber aplicar o critério falsificacionista às teorias científicas e não científicas.
9. Compreender a noção de Paradigma.
CONTEÚDOS
1. A validade dos raciocínios hipotéticos e silogismos categóricos.
2. Duas Teorias explicativas do conhecimento
2.1 O Fundacionismo/Racionalismo Cartesiano:
A primazia das ideias sobre os dados sensoriais.
2.2. O empirismo céptico de Hume.
3.2.a. A primazia das impressões sobre as ideias.
3. O conhecimento científico.
3.1. Conhecimento vulgar e conhecimento científico.
3.2. As explicações científicas. A distinção entre a explicação nas ciências exactas e nas ciências humanas (o conceito de compreensão).
3.3. Verificabilidade e Falsificabilidade
3.4. O critério de demarcação Falsificacionista entre ciência e pseudo ciência..
3,5. Kuhn e a noção de paradigma
ESTRUTURA
Todas as questões são de resposta obrigatórias
Grupo I
5 questões de escolha múltipla. (5x10)
Grupo II
4 questões de resposta objectiva(20+20~+30+30)
Grupo III
Tema para desenvolvimento (50)
1. Saber comentar um texto inserindo-o no contexto mais alargado do pensamento do autor.
2. Saber analisar logicamente um texto identificando o tema, problema, teses, argumentos e conceitos fundamentais.
3. Determinar a validade de um raciocínio.
4. Relacionar as duas perspectivas sobre o conhecimento: O Fundacionismo racionalista Cartesiano e o Empirismo Céptico de Hume.
5. Relacionar Conhecimento vulgar (Senso comum) e conhecimento científico.
6. Compreender a constituição da explicação científica.
7. Explicar a diferença entre o critério de verificabilidade e o critério de falsificabilidade.
8. Saber aplicar o critério falsificacionista às teorias científicas e não científicas.
9. Compreender a noção de Paradigma.
CONTEÚDOS
1. A validade dos raciocínios hipotéticos e silogismos categóricos.
2. Duas Teorias explicativas do conhecimento
2.1 O Fundacionismo/Racionalismo Cartesiano:
A primazia das ideias sobre os dados sensoriais.
2.2. O empirismo céptico de Hume.
3.2.a. A primazia das impressões sobre as ideias.
3. O conhecimento científico.
3.1. Conhecimento vulgar e conhecimento científico.
3.2. As explicações científicas. A distinção entre a explicação nas ciências exactas e nas ciências humanas (o conceito de compreensão).
3.3. Verificabilidade e Falsificabilidade
3.4. O critério de demarcação Falsificacionista entre ciência e pseudo ciência..
3,5. Kuhn e a noção de paradigma
ESTRUTURA
Todas as questões são de resposta obrigatórias
Grupo I
5 questões de escolha múltipla. (5x10)
Grupo II
4 questões de resposta objectiva(20+20~+30+30)
Grupo III
Tema para desenvolvimento (50)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Correcção do Teste de 15 de março 2010
Versão B
1. Falso.
2. Falso
3. verdadeiro
4. verdadeiro
5. falso
6. verdadeiro
7. verdadeiro
8. falso
9. verdadeiro
10. falso
Versão A
1. falso
2. falso
3. falso
4. verdadeiro
5. verdadeiro
6. falso
7. verdadeiro
8. verdadeiro
9. falso
10. verdadeiro
II
1. O argumento cartesiano a favor da existência de Deus resulta da necessidade de superar o solipsismo a que a dúvida metódica e hiperbólica tinha conduzido. Depois de concluir que de todas as verdades que julgara possuir só uma, a de que existia, parecia ser certa e inabalável, Descartes, fica sozinho com esta única verdade, não podendo provar que as coisas em redor dele existam ou mesmo sem poder ter confiança em qualquer raciocínio por mais simples que se apresente. Para afastar a ideia do génio maligno, era necessário provar que Deus existia.
Argumento utilizado é o seguinte: Vejo claramente que sou imperfeito porque erro muito e há mais perfeição em quem não erra do que em quem erra. Qual então a causa da minha ideia de perfeição? Não posso ser eu, que sou imperfeito, não pode ser a natureza que não sei se existe, a causa deve ser mais perfeita que a ideia, a causa só pode existir, visto que nenhuma ideia existe sem uma causa. Logo, a causa da minha ideia de perfeito só pode ser um ser com todas as perfeições, esse ser só pode ser Deus.
1. Falso.
2. Falso
3. verdadeiro
4. verdadeiro
5. falso
6. verdadeiro
7. verdadeiro
8. falso
9. verdadeiro
10. falso
Versão A
1. falso
2. falso
3. falso
4. verdadeiro
5. verdadeiro
6. falso
7. verdadeiro
8. verdadeiro
9. falso
10. verdadeiro
II
1. O argumento cartesiano a favor da existência de Deus resulta da necessidade de superar o solipsismo a que a dúvida metódica e hiperbólica tinha conduzido. Depois de concluir que de todas as verdades que julgara possuir só uma, a de que existia, parecia ser certa e inabalável, Descartes, fica sozinho com esta única verdade, não podendo provar que as coisas em redor dele existam ou mesmo sem poder ter confiança em qualquer raciocínio por mais simples que se apresente. Para afastar a ideia do génio maligno, era necessário provar que Deus existia.
Argumento utilizado é o seguinte: Vejo claramente que sou imperfeito porque erro muito e há mais perfeição em quem não erra do que em quem erra. Qual então a causa da minha ideia de perfeição? Não posso ser eu, que sou imperfeito, não pode ser a natureza que não sei se existe, a causa deve ser mais perfeita que a ideia, a causa só pode existir, visto que nenhuma ideia existe sem uma causa. Logo, a causa da minha ideia de perfeito só pode ser um ser com todas as perfeições, esse ser só pode ser Deus.
2. O argumento é circular. Como posso ter a certeza que não me engano quando penso que sou imperfeito? Só posso ter a certeza de que existo, ora, não posso ter a certeza dos meus raciocínios (existência de um génio maligno) se sei que existe Deus a partir de um raciocínio, é porque pressuponho que existe um Deus antes mesmo de o provar, só assim poderei ter a certeza das ideias que tenho. Existe, então, um Deus que não me engana logo, os meus raciocínios são certos, logo, posso provar a existência de Deus.. Portanto por um lado preciso de Deus para confiar nas minhas ideias e raciocíniose é através delas, que provo a existência de Deus.
3. Conhecimento de factos é contingente e a sua negação não implica contradição, enquanto que o conhecimento de relação de ideias é necessário e a sua negação implica uma contradição. Explicação: relacionar ideias só necessita de um acordo lógico da razão consigo mesma, é independente dos factos do mundo, logo pode ser um conhecimento necessário visto que está fundado em leis universais e necessárias que são as leis racionais. Quanto ao conhecimento dos factos, necessita da experiência, das impressões e percepções, essa experiência é limitada, visto que o sujeito não pode conhecer todos os factos. A experiência mostra-nos uma realidade em mudança, e a necessidade de alterar crenças, logo ,o conhecimento resultante da experiência, é também contingente, pois poderia ser de outro modo, não podemos ter acesso a verdades necessárias, não é necessário que aconteça assim, há a sempre a possibilidade de mudança, de ser de outro modo.
4. O argumento de Hume é baseado no princípio de que nada podemos saber sem ser através de impressões sensíveis. Ora a relação de causalidade corresponde á impressão de vermos dois fenómenos sucederem-se no tempo e em espaços contíguos. Essa impressão acontece repetidamente, logo criamos uma expectativa e fazemos uma previsão que irá acontecer também no futuro. Mas essa previsão é apenas baseada num hábito psicológico. Nada há racionalmente que possa ligar de forma indissolúvel dois fenómenos. Como a experiência é contingente e a relação causal necessária, então esta é uma ilusão construída pelo hábito psicológico sem fundamento racional ou empírico.
III
O Racionalismo defende que o conhecimento verdadeiro é a priori, isto é , independente da experiência. Poderíamos rejeitar todas as informações que derivam das sensações do mundo, o tacto, o cheiro, a visão dos objectos, restariam as ideias que são formadas pela razão e por ela intuídas e, que não tendo origem na experiência porque não derivam dela, são válidas por si, e tão claras e evidentes à Razão que esta vê, segundo a sua luz natural, que não poderiam ser de outro modo. Os Racionalistas crêem que estas ideias podem ser os princípios (crenças básicas) de todo o conhecimento e que a partir delas, por um raciocínio dedutivo se pode chegar a outros conhecimentos sobre a realidade , que, se dedução for feita correctamente, serão igualmente verdadeiros.
Quanto ao Empirismo rejeita as ideias inatas da Razão, e a noção de conhecimento "a priori" . Defende a tese de que nada existe na mente que não tenha passado antes pelos sentidos, fundamenta-se na noção de que qualquer conceito para ter um significado tem que se referir a uma sensação/impressão qualquer, essas sensações são simples e a mente neste primeiro momento capta apenas as sensações e depois por abstracção e generalização forma os conceitos ou ideias, estas não são tão vivas como as sensações ou impressões o que quer dizer que são posteriores a estas. Os empiristas dão o exemplo das crianças que começam por ter sensações e só depois as articulam numa linguagem.O raciocínio que o entendimento faz para chegar ao conhecimento, segundo os empiristas é a indução, por acumulação de experiências que se repetem, generaliza-se para todos os casos e assim se obtém um conhecimento geral.
III
O Racionalismo defende que o conhecimento verdadeiro é a priori, isto é , independente da experiência. Poderíamos rejeitar todas as informações que derivam das sensações do mundo, o tacto, o cheiro, a visão dos objectos, restariam as ideias que são formadas pela razão e por ela intuídas e, que não tendo origem na experiência porque não derivam dela, são válidas por si, e tão claras e evidentes à Razão que esta vê, segundo a sua luz natural, que não poderiam ser de outro modo. Os Racionalistas crêem que estas ideias podem ser os princípios (crenças básicas) de todo o conhecimento e que a partir delas, por um raciocínio dedutivo se pode chegar a outros conhecimentos sobre a realidade , que, se dedução for feita correctamente, serão igualmente verdadeiros.
Quanto ao Empirismo rejeita as ideias inatas da Razão, e a noção de conhecimento "a priori" . Defende a tese de que nada existe na mente que não tenha passado antes pelos sentidos, fundamenta-se na noção de que qualquer conceito para ter um significado tem que se referir a uma sensação/impressão qualquer, essas sensações são simples e a mente neste primeiro momento capta apenas as sensações e depois por abstracção e generalização forma os conceitos ou ideias, estas não são tão vivas como as sensações ou impressões o que quer dizer que são posteriores a estas. Os empiristas dão o exemplo das crianças que começam por ter sensações e só depois as articulam numa linguagem.O raciocínio que o entendimento faz para chegar ao conhecimento, segundo os empiristas é a indução, por acumulação de experiências que se repetem, generaliza-se para todos os casos e assim se obtém um conhecimento geral.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Prova de avaliação de 15 de Março 2010
ESTRUTURA DA PROVA
Todas as questões dos grupos I e II são de resposta obrigatória. O grupo III tem questões de opção.
Grupo I
Dez questões (V/F) (50 Ptos)
Grupo II
(Quatro questões de resposta objectiva) (100 Ptos)
Grupo III
(Uma questão de análise e reflexão sobre um texto) (50 Ptos)
COMPETÊNCIAS
Reconhece as funções da crença, da verdade e da justificação na perspectiva tradicional do conhecimento.
Compreende as objecções de Gettier face à visão tripartida do conhecimento.
Compreende a introdução de uma quarta condição para reforçar a visão tripartida do conhecimento.
Explicita as posições filosóficas sobre o problema da origem do conhecimento.
Explicita as posições filosóficas sobre o problema da possibilidade do conhecimento.
CONTEÚDOS
Conhecimento e Racionalidade Científica e Tecnológica.
1. Descrição e interpretação da actividade cognoscitiva.
1.1. A perspectiva tradicional do conhecimento – o conhecimento como crença verdadeira e justificada.
1.2. Objecções de Gettier.
1.3. Reforço de Goldman
Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento.
2.1. O problema da origem do conhecimento:
Racionalismo – R. Descartes
Empirismo – D. Hume
2.2. O problema da possibilidade do conhecimento:
Cepticismo – radical e moderado
Fundacionismo – empirista e racionalista
CRITÉRIOS DE CORRECÇÃO
Domínio dos conteúdos
Expressão clara e correcta
Capacidade de aplicação dos conhecimentos adquiridos
Capacidade de estabelecer relações oportunas entre os conteúdos.
Objectividade e rigor.
Técnica de análise de texto.
Todas as questões dos grupos I e II são de resposta obrigatória. O grupo III tem questões de opção.
Grupo I
Dez questões (V/F) (50 Ptos)
Grupo II
(Quatro questões de resposta objectiva) (100 Ptos)
Grupo III
(Uma questão de análise e reflexão sobre um texto) (50 Ptos)
COMPETÊNCIAS
Reconhece as funções da crença, da verdade e da justificação na perspectiva tradicional do conhecimento.
Compreende as objecções de Gettier face à visão tripartida do conhecimento.
Compreende a introdução de uma quarta condição para reforçar a visão tripartida do conhecimento.
Explicita as posições filosóficas sobre o problema da origem do conhecimento.
Explicita as posições filosóficas sobre o problema da possibilidade do conhecimento.
CONTEÚDOS
Conhecimento e Racionalidade Científica e Tecnológica.
1. Descrição e interpretação da actividade cognoscitiva.
1.1. A perspectiva tradicional do conhecimento – o conhecimento como crença verdadeira e justificada.
1.2. Objecções de Gettier.
1.3. Reforço de Goldman
Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento.
2.1. O problema da origem do conhecimento:
Racionalismo – R. Descartes
Empirismo – D. Hume
2.2. O problema da possibilidade do conhecimento:
Cepticismo – radical e moderado
Fundacionismo – empirista e racionalista
CRITÉRIOS DE CORRECÇÃO
Domínio dos conteúdos
Expressão clara e correcta
Capacidade de aplicação dos conhecimentos adquiridos
Capacidade de estabelecer relações oportunas entre os conteúdos.
Objectividade e rigor.
Técnica de análise de texto.
domingo, 7 de março de 2010
TESTE- 22 Fevereiro 2010
Duração da Prova: 60m
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I
"Dei conta que se queria pensar que tudo era falso, era absolutamente necessário que eu, que o pensava, fosse alguma coisa. E observando que esta verdade: Penso, logo existo era tão firme e segura que as mais extravagantes suposições dos cépticos não eram capazes de a abalar, considerei poder recebê-la sem escrúpulo para primeiro princípio da Filosofia que buscava."
René Descartes, Discurso do Método
1. Esclareça o sentido deste texto de Descartes. (30)
2. Será Descartes um céptico? Porquê? (20)
3. Quais os argumentos cépticos contra o conhecimento? (30)
II
Coloque o valor de verdade de cada uma das seguintes afirmações: (10x5)
1. Sei que Paris é capital da França é um conhecimento por contacto.
2. A justificação é condição necessária para haver conhecimento.
3. Acredito em extra-terrestres logo, conheço-os.
4. Toda a crença é conhecimento.
5. “3x5 é igual a 5x3” é um conhecimento primário “a priori”
6. Esta folha é branca é um conhecimento primário “a posteriori”.
7. Descartes defende que só o conhecimento “a prioi” é verdadeiro.
8. O cepticismo põe em causa a justificação do conhecimento.
9. O cepticismo é uma teoria sobre a possibilidade do conhecimento.
10. Não podemos nunca excluir o erro é uma afirmação céptica.
III
Elabore uma dissertação de aproximadamente 30 linhas sobre a obra “ O Discurso do Método.” De René Descartes. (70)
Tenha em conta:
1. O encadeamento lógico do discurso.
2. O domínio das teses e argumentos do autor.
3. Os objectivos da obra.
4. A correcção escrita.
5. Um comentário fundamentado e original .
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