domingo, 13 de dezembro de 2009

Correcção da Prova de Avaliação de 7 de Dezembro

1. Retórica é a Arte de persuadir através do discurso. Está associada à arte de de bem falar e de bem argumentar. O seu aspecto positivo resulta da utilização da argumentação como forma de fundamentar as nossas preferências quando não se sabe a verdade sobre certo assunto e se opta por aceitar o que é preferível, ou plausível de acordo com a situação e o carácter de um determinado auditório. No sentido tradicional (antigo) estava associada à Arte de Manipular, isto é, de falar sobre algo que não se sabe de modo a iludir o auditório. A distinção entre persuadir e manipular justifica-se porque persuadir não é necessariamente manipular, aquele que persuade pode fazê-lo porque possui os melhores argumentos quando aquilo sobre o qual ele persuade não gera unanimidade em circunstãncia alguma, não poderemos então, nesse caso, falar de enganar ou distorcer a verdade, daqui poderemos inferir que existe um bom e um mau uso da Retórica.

2. Os elementos que estão presentes na Retórica são o Ethos ou carácter do orador, o Pathos, ou estado emocional do auditório e o Logos, qualidade do discurso.
O Ethos é o domínio relativo à avaliação do orador, ao seu carisma, apresentação, carácter e credibilidade , são elementos que podem tornar mais eficaz a persuasão. O domínio do Logos é o domínio do discurso, da qualidade da informação prestada, da sua fundamentação, a força dos argumentos utilizados e o Pathos relaciona-se com a capacidade que o discurso tem de gerar emoções no auditório, das características do auditório depende a eficácia do discurso retórico. As necessidades e expectativas do auditório, a sua forma de reagir ao que é dito são elementos importantes para a sua adesão à mensagem.

3. A demonstração é Constringente, se aceitamos as premissas e se o argumento for válido temos de aceitar a conclusão, porque a conclusão segue necessariamente das premissas, não depende do auditório, porque é impessoal e universal, válida para qualquer auditório ou inválida, não depende do contexto em que é usada. A verdade da conclusão é necessária e indiscutível se aceitarmos a verdade das premissas. A linguagem utilizada não é adequada a um contexto definido ou singular, é uma linguagem isenta de ambiguidade, que pode reduzir-se a uma simbologia. Pelo contrário na Retórica vale a arte de argumentar, é o domínio do preferível ao invés do verdadeiro, pois o assunto é susceptível de discussão. A Argumentação serve para fundamentar uma perspectiva mas sem que esta se apresente como única, embora as premissas sejam verdadeiras a conclusão é apenas provável, se utilizarmos argumentos informais. Diz respeito a valores, aos valores do orador e do auditório, às suas crenças e convicções e utiliza uma linguagem natural, cuja eficácia depende do contexto e do auditório.


4. Argumentos indutivos são generalizações ou previsões a partir de uma amostra, isto é a partir de determinados factos retira-se uma conclusão que se aplica a todos os factos com as mesmas características. O argumento de analogia faz uma comparação entre elementos diferentes mas com semelhanças no assunto que queremos concluir. Nos Argumentos de causas, trata-se de encadear relações de causa efeito onde se justifica o efeito pela sua causa e nos Argumentos de autoridade qualificada justifica-se a conclusão com o recurso à opinião/teoria de um especialista na área.

Exemplo: Argumento de autoridade qualificada: A Amnistia internacional revela a existência de violações de mulheres nos campos dos refugiados de Darfur no Sudão, logo há violações dos direitos humanos em alguns campos de refugiados, nomeadamente no Sudão.

5. Argumento falacioso é aquele que parece ser válido mas não é válido ou porque tem premissas falsas ou porque as premissas não são suficientes ou relevantes para retirar uma conclusão. Por ter uma falsa aparência este argumento é enganador. Pode ser eficaz pela força psicológica mas não tem validade lógica.

6. a. Argumento ad baculum, ataque ao homem, falácia de premissas irrelevantes, porque se quer atacar a Filosofia de Nietzsche atacando a pessoa, sendo a Sífilis irrelevante para a conclusão do valor da obra.

6. b. Argumento de apelo ao povo, ad populum, apela-se ao espírito do povo, à insegurança sentida pelas pessoas, para provocar a adesão a uma lista X que se apresenta como salvação. Argumento inválido pois as premissas são irrelevantes para a conclusão, não se apresentam razões que possam esclarecer a conclusão de que a lista X é a melhor.

6. c. Inválido.Falácia Tollens, num argumento hipotético, negar o antecedente não permite, logicamente, negar na conclusão o consequente.

6. d. Falsa Causa, não há relação de causa efeito entre as premissas e a conclusão. Falsa pressuposição. O facto de um factor ser positivo não se segue que todos o sejam, visto que não há qualquer relação entre ambos. Também pode ser post doc post hoc ergo propter hoc , "depois disso, logo, por causa disso". Um autor comete a falácia quando pressupõe que, por uma coisa se seguir a outra, então aquela teve de ser causada por esta.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Prova de avaliação de 7 de Dezembro 2009


Competências:

1. Identificar argumentos.

2. Avaliar argumentos.

3. Distinguir formas de argumentação.

4. Construir argumentos.

5. Analisar o discurso retórico.

Conteúdos:

1. Raciocínios formais:Hipotéticos, Modus Ponens, Tollens,

2. Disjunções e Dilemas (pag 82 e 83)

3. As respectivas formas falaciosas.

4. Lógica formal e informal.

5. Demonstração e argumentação.

6. Tipos de argumentos. (dedutivos, indutivos, por analogia, causas e autoridade)

7. Regras para avaliar os bons argumentos e a sua validade (em sentido estricto e alargado)

8. Falácias.

9. A Retórica e as partes que a compõem.

10. Persuasão e Manipulação.

11. Construção de argumentos.

BOM TRABALHO! BOM TESTE!

Lógica: Exercício de revisões da matéria

Lógica formal:

1.“ Se tivermos um governo estável, então o país prospera
O país não prosperou
Logo, não tivemos um governo estável.”

Identifique este tipo de argumento e determine a sua validade. Justifique.

Lógica informal:

2.Distinga lógica formal e informal.
3. Distinga a argumentação da demosntração.

4. Quais os argumentos utilizados na lógica informal?

4. Que tipo de argumento é este? Justifica:
40% dos professores têm problemas de surdez por causa dos elevados níveis de ruído que, todos os dias suportam. Assim como os trabalhos com máquinas provocam problemas auditivos nos profissionais que com elas têm de operar elevado e continuado ruído. Logo. há certas profissões que causam invalidez precoce.

4.1. É um argumento forte ou fraco? Porquê?

5. Identifique as seguintes falácias. Justifique.

a. Os melhores filósofos nunca conseguiram provar
que existe uma alma independente do corpo
Logo, a alma não existe.

b. Florbela Espanca era uma mulher adúltera logo a sua obra não tem qualquer valor artístico.

c. Na nossa terra tem havido muitos assaltos. Toda a gente sabe. Querem continuar nesta insegurança? Ou preferem sair à noite sem medo? Então votem X
d. João: Acho que hoje me vai correr bem o teste de Filosofia.
Ana: Porquê?
João: Porque hoje no emprego recebi um aumento
.


e. Se é habitual a corrupção na política então os políticos não são dignos de confiança.
Não é habitual a corrupção na política.
Logo, os políticos são dignos de confiança.”


f. As células não têm consciência logo, o cérebro que é dotado de células também não tem consciência.

6. O que se entende por Retórica?

7. A persuasão é a finalidade da retórica. Quais os elementos que são importantes para cumprir esta finalidade?

8. Caracterize cada um deles.

Ficha sobre os argumentos informais.

1.Analise os seguintes argumentos e identifique-os. Justifique.
2. Analise a sua força e validade segundo as regras colocadas no post anterior.

a. “ Nos últimos anos com as novas tecnologias como a TV e o computador que exigem um esforço maior de concentração da visão, assiste-se a um desenvolvimento da indústria da visão. De facto, são cada vez mais as crianças que usam óculos, logo, ver muita televisão e estar muito tempo ao computador parece provocar falta de visão precoce.”

b. "Outrora as mulheres casavam-se muito novas. A Julieta da peça Romeu e Julieta, de Shakespeare, ainda não tinha 14 anos. Na Idade Média, 13 anos era a idade normal de casamento para uma rapariga judia. E durante o Império Romano muitas mulheres casavam aos 13 anos, ou mesmo mais novas".
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c.” Colhe-se o que se semeia. Se plantarmos amoras, colhemos amoras. Se plantarmos cebolas obtemos cebolas. Do mesmo modo quem semeia a guerra não pode esperar obter paz, justiça e fraternidade.”

d. Todos os homens são mortais
Os gregos são homens
Logo, os gregos são mortais

Como construir um discurso argumentativo?
a. Distinguir claramente premissas e conclusão.
b. Apresentar as ideias por ordem natural, com simplicidade.
c. Partir de premissas plausíveis e prováveis.
d. Não usar uma linguagem tendenciosa ou ambígua.

Com base nestas regras gerais, redija um ensaio argumentativo com pelo menos 25 linhas, sobre um dos seguintes temas:1. A legalização da droga.
2. Os direitos dos animais.
3. A existência de Deus

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Prova de avaliação de 2 Novembro de 2009

Matérias para o teste.

FILOSOFIA

LÓGICA;1. De que trata a Lógica.
2. Verdade e validade lógica.
3. Validade dedutiva e não dedutiva.
4. Validade formal e forma lógica.

Lógica Aristotélica;1. Os Termos:
Definição; Extensão e Compreensão.
2. As proposições:
Ø Definição
Ø Estrutura padrão ou Forma canónica
Ø Classificação
Distribuição dos termos.
Ø Negação de proposições


3 As inferências mediatas:O silogismo.
Ø Definição de silogismo.
Ø Forma lógica do silogismo.
Ø Figuras
Ø Validade e regras de validade
Ø Converter um argumento num silogismo.
4 Inferências imediatas: conversões.
5.5 Os argumentos hipotéticos

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Exercícios de Lógica. Ficha 5

FICHA 5

Exercício para avaliação e aplicação de conhecimentos: 12 de Outubro 2009

1. O que distingue a verdade da validade é______________________________________
______________________________________________________________________________________
2. Um argumento dedutivo com premissas e conclusão falsa pode ser válido? Porquê?_________________ __________________________________________________
______________________________________________________________________________________
3. O que distingue os argumentos dedutivos dos “não dedutivos”?___________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
4. Determine a forma lógica do seguinte argumento: Todos os filósofos são lógicos. Aristóteles é filósofo, logo, Aristóteles é lógico.__________________________________________________________________
5. Este argumento é válido ou inválido? Porquê?_______________________________________________
______________________________________________________________________________________
6. O que é a forma lógica?_________________________________________________________________
7. Dê exemplo de um termo:_________________________Explique porque é um termo._______________
______________________________________________________________________________________
8. Se: “Todos os portugueses são trabalhadores” for verdadeira, o que sabemos acerca do valor de verdade de Alguns portugueses?________Porquê?_____________________________________________________
9..Nenhum astronauta tem cáries é verdadeiro, qual é a sua negação?_____________________________
10. Reduza à forma padrão as seguintes proposições e determine a sua contraditória, ou seja a sua negação: “ Os cães não falam.” ; “Há dirigentes desportivos corruptos.” ; “ Não há problemas que não se resolvam.” _____________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
11. Classifique as seguintes proposições: a)“Há aspectos da realidade que é preferível ignorar”; b)“Os filósofos não são fanáticos”._______________________________________
_________________________________________________________________________________________
12. Determine a distribuição do sujeito e do predicado das proposições referidas.________________________
_________________________________________________________________________________________
13. Se a proposição: “Nenhum gato é domesticável” for Verdadeira, o que sabemos acerca do valor de verdade da sua contrária, da sua contraditória e da sua subalterna. Justifique.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
14. Qual a proposição sub-contrária de “Alguns vampiros são heróis de ficção”
______________________________________________________________________________________
Se a primeira proposição é verdadeira o que sabemos sobre o valor de verdade da sua sub-contrária? Justifique._____________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________

Indicadores

Há palavras que ajudam a identificar as premissas (indicadores das premissas), como: porque, desde que, pois que, como, dado que, tanto mais que, pela razão de que. visto que, devido a, admitindo que, a razão é que...

Palavras como: portanto, daí, logo, assim, por isso ,consequentemente, por conseguinte, segue-se que, podemos inferir, podemos concluir, são indicadores da conclusão.

Figuras dos silogismos

LÓGICA: Inferências mediatas: Silogismos

O que é um silogismo?
Um silogismo é um raciocínio dedutivo com três proposições e três termos diferentes. Termo maior, menor e termo médio. As proposições duas são premissas e a terceira é a conclusão. O termo maior é predicado da conclusão, o termo menor é o sujeito da conclusão e o termo médio só ocorre nas premissas e não na conclusão e liga os outros dois termos.
Exemplo:

“Todos os mamíferos são animais.
A vaca é um mamífero
Logo, a vaca é um animal”

Mamíferos –Termo Médio
Vaca: Termo Menor
Animal – Termo maior.

FIGURAS: Os silogismos podem ter quatro diferentes figuras:

Podemos então substituir os conceitos por letras para mostrar a figura do silogismo:
Termo Médio – M
Termo menor – S
Termo maior: P
MP
SM
SP
Assim, este silogismo tem esta figura, de acordo com a posição que ocupa o termo médio.
Este silogismo é da Primeira Figura.

Nenhuma quadrúpede voa PM
Todas as vacas são quadrúpedes SM
Logo, nenhuma vaca voa SP

Silogismo da Segunda Figura.


“ Todos os animais são úteis MP
Alguns animais são vacas MS
Logo, algumas vacas são úteis.” MS

Silogismo da Terceira Figura

“ Todos os mamíferos são animais PM
Nenhum animal é fraco MS
Logo, nenhum fraco é mamífero. “ SP

Silogismo da Quarta Figura

terça-feira, 26 de maio de 2009

Correcção da Prova de Avaliação de 20 de Maio

I1. Segundo o texto o conhecimento científico e o senso comum partem dos dados dos sentidos e acumulam factos, mas se o primeiro limita-se a tirar as conclusões a partir da experiência, o segundo formula certas hipóteses que constituem uma directriz através da qual organiza os dados da experiência e a interroga de um determinado modo, sistemático e racional e não apenas ocasional. O esforço do conhecimento científico é o de unificar os factos sobre uma certa explicação racional conciliando razão e experiência.. A diferença apontada é a sistematização que se faz dos factos contrariamente ao senso comum que vê os factos no seu aspecto particular, sem estarem inseridos num sistema de funcionamento universal que os agrega uns aos outros.O conhecimento científico avança porque tem sempre um sentido crítico de rectificar o que se revela errado, enquanto o senso comum orienta-se pela tradição e não a coloca em causa porque é um saber orientado para a vida prática e não para o questionamento da natureza.

2. Há dois critérios de demarcação científica: o critério verificacionista que considera científico o que for empiricamente verificável e o critério falsificacionista que considera científico tudo o que é empiricamente falsificável. O primeiro considerará que uma teoria é verdadeira se a experiência e a observação a confirmarem, servindo-se de um método indutivo de confirmação, enquanto o segundo serve-se da experiência para testar ou refutar as teorias, utiliza um método hipotético ou dedutivo.

II
1. Dedutivo, tendo nas premissas uma lei e um acontecimento inicial. Dedutivo porque a partir de uma lei universal, e tendo em conta o acontecimento inicial que antecede o facto ou fenómeno que queremos explicar, retiramos necessariamente uma conclusão que resulta de uma relação de causa efeito entre o fenómeno inicial e o que queremos explicar. Essa relação é assegurada pela Lei.

2. Descartes não é um filósofo céptico. O pensamento de Descartes pretende provar que o conhecimento é possível utilizando o argumento céptico e pondo todos os conhecimentos em causa. Esta dúvida metódica permite-lhe chegar à conclusão que há conhecimentos que são verdadeiros e que não podem ser colocados em causa, contrariando assim o argumento céptico de que não há uma justificação que seja satisfatória porque ela exige necessariamente uma outra justificação.

3. O problema da causalidade é apenas um hábito psicológico resultante da repetição dos fenómenos. Não há uma razão para explicar que se há fumo há fogo, nem tão pouco uma só experiência pode estabelecer uma relação de causa efeito, é porque os fenómenos se sucedem continuamente no tempo e no espaço que formamos a expectativa de que um está necessariamente ligado ao outro.

III
1. A ciência progride por conjecturas e refutações, substituindo as teorias vagas ou erradas por outras que resistem à refutação através da experiência. As teoria são testadas de modo a serem confrontadas com as suas previsões e com os aspectos que lhe são proibidos, este projecto é racional e selectivo porque as teorias resistentes são fiáveis na medida em que estão mais aptas para explicar o mundo, progride na direcção de uma maior objectividade e verdade embora nunca possamos ter a certeza da verdade. Para Kuhn as teorias científicas funcionam como paradigmas, isto é trazem consigo uma visão do mundo e certos métodos de trabalho que se destinam a ampliar os seus resultados e a confirmar as suas previsões. A comunidade científica trabalha no âmbito dos paradigmas e não os põe em causa, mesmo que surjam anomalias. Não há verdadeiro progresso porque os paradigmas que se vão sucedendo são incomensuráveis, isto é, não podem ser comparados porque apresentam diferentes formas de trabalhar, de seleccionar fenómenos e novos princípios metafísicos. Há portanto na evolução da ciência cortes abruptos que correspondem a revoluções científicas, de mudanças de paradigma.

domingo, 17 de maio de 2009

Prova de avaliação de dia 20 e 22 de Maio 2009







BOM ESTUDO PESSOAL, QUE OS FILÓSOFOS VOS INSPIREM!!
1. Lógica: Os diferentes tipos de argumentos/raciocínios: Dedutivos, Indutivos, de Analogia e de autoridade qualificada.
2. Teoria do conhecimento: O racionalismo cartesiano e o empirismo de David Hume.
2.a. O cogito cartesiano
2.b. A crítica de Hume ao conhecimento. O problema da causalidade.
3. O conhecimento científico.
3.a .Conhecimento vulgar e conhecimento científico.
3.b. A explicação científica nas ciências exactas e nas ciências humanas.
3.c. O critério de verificabilidade e de falsificabilidade como demarcação das teorias científicas.
3.d. A crítica ao método indutivo.
3.e. A evolução do conhecimento segundo Popper.
3.f. A proposta de Kunh para o desenvolvimento e construção do conhecimento científico. (Só 11ºD)
4. Os problemas colocados pela cultura científica e tecnológica.
(Escolha de um tema para desenvolvimento em 25 linhas. Critérios: Correcta colocação dos problemas, linguagem clara, domínio dos conteúdos, selecção dos aspectos relevantes)
4.a. Inteligência artificial
4.b. Industrialização e impacto ambiental.
4.d. Clonagem
4.e. A Bioética e o Direito à vida
4.f. Tecnologias reprodutivas e família tradicional.
4.g. Natureza e Tecnologia: um confronto.
4.h. Ciência, poder e riscos.
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